Acervo

Nesta seção consta uma lista de todos os lugares mapeados até o momento. Alguns destes possuem arquivos em anexo com mais informações. Para acessá-los, basta clicar no nome do lugar.

1. DOPS/RJ  pdf
Rua da Relação, 40, Centro
Orgão de controle e repressão aos movimentos políticos e sociais que funcionou de 1962 a 1975 no edifício da rua da Relação que abrigou distintas polícias políticas ao longo o período republicano. Como sua existência data da época que a cidade do Rio de Janeiro era o estado da Guanabara, tal orgão ficou conhecido pela sigla DOPS-GB.
Filtros: Prisão e Tortura & Mortos e Desaparecidos

2. DOI-CODI/RJ  pdf
Rua Barão de Mesquita, 425, Tijuca

Órgão de inteligência e repressão subordinado ao Exército que funcionou no Quartel do 1º Batalhão da Polícia do Exército, responsável por capturar, manter em cárcere ilegal, torturar e assassinar uma série de opositores da ditadura.
Filtros: Prisão e Tortura & Mortos e Desaparecidos

3. Restaurante Central dos Estudantes [Calabouço]
Avenida General Justo com Largo da Misericórdia [atual DETRAN]

Local relacionado a um protesto de estudantes, em 1968, que acabou com a invasão da polícia ao restaurante e o assassinato do estudante secundarista Edson Luiz Lima Souto, episódio que se tornou um marco da luta estudantil por democracia.
Filtros: Manifestações & Mortos e Desaparecidos

4. Casa de Quintino
Av. Dom Hélder Câmara, 8695, Quintino Bocaiúva
Aparelho da VAR-Palmares desmontado pela ditadura em 29 de março de 1972. Na ocasião, foram assassinados Lígia Maria Salgado Nóbrega, Antônio Marcos Pinto de Oliveira e Maria Regina Lobo Leite Figueiredo, o que ficou conhecido mais tarde como Chacina de Quintino. Apenas James Allen da Luz, um dos comandantes da VAR, conseguiu escapar.

Filtros: Aparelhos & Mortos e Desaparecidos

5. Antiga sede do Conselho Federal da OAB  pdf
Avenida Marechal Câmara, 240, Centro
A antiga sede do Conselho Federal da OAB, onde hoje funciona a CAARJ e a CEV-Rio, é o local relacionado ao atentado à bomba, cometido por militares radicais e anti-democráticos (conhecidos pelos nomes de Grupo Secreto ou “linha dura”), que causou a morte da funcionária Lyda Monteiro da Silva.
Filtros: Atentados & Mortos e Desaparecidos

6. Riocentro  pdf
Avenida Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca
Um dos maiores centros de convenções da América Latina, foi o palco de um frustrado atentado à bomba por parte dos militares, durante um show em homenagem ao Dia dos Trabalhadores, na noite de 30 de abril de 1981.
Filtro: Atentados

7. Cativeiro do Embaixador americano
Rua Barão de Petrópolis, 1026, Santa Teresa
Casa utilizada como cativeiro do embaixador americano Charles Elbrick, sequestrado numa ação coordenada por 13 guerrilheiros da ALN e MR-8. Em troca de sua libertação, 15 presos políticos foram libertados.
Filtro: Aparelhos

8. Avenida André Grabois
Recreio dos Bandeirantes
Avenida cujo nome homenageia André Grabois, filho do dirigente comunista Mauricio Grabois, membro do PC do B e desaparecido na Guerrilha do Araguaia em Outubro de 1974.
Filtro: Espaços de Homenagem

9. Ponte Presidente Costa e Silva
Baía de Guanabara
Conhecida também como Ponte Rio-Niterói, liga os municípios do Rio de Janeiro e de Niterói. Começou a ser construída em 1968 e foi finalizada em 1974. Homenageia o segundo presidente da ditadura, o general Arthur da Costa e Silva, responsável pela assinatura do decreto que autorizou a sua construção.
Filtro: Espaços de Homenagem

10. Escola Municipal Presidente Arthur da Costa e Silva
Rua Assunção, 257, Botafogo
Escola pública municipal cujo nome homenageia o segundo presidente da ditadura, o general Arthur da Costa e Silva, que governou o país de 1967 a 1969. 
Filtro: Espaços de Homenagem

11. Praça Presidente Emílio Garrastazu Médici
Praça localizada entre a Avenida Presidente Castelo Branco e a Avenida Professor Manuel de Abreu, no entorno do estádio Maracanã.
Praça cujo nome homenageia o terceiro presidente da ditadura, o general Emílio Garrastazu Médici, que governou o país de 1969 a 1974. Antes de assumir a presidência, foi chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) em 1967 e comandante do III Exército. 
Filtro: Espaços de Homenagem

12. Estátua do Presidente Castelo Branco
Praça Almirante Júlio de Noronha, Leme
Estátua em homenagem ao primeiro presidente da ditadura militar, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou o país de 1964 a 1967. 
Filtro: Espaços de Homenagem

13. Estação Engenheiro Rubens Paiva
Avenida Pastor Martin Luter King Junior, Pavuna
Estação de Metrô da Linha 2, inaugurada em 24 de Setembro de 1998, que homenageia o engenheiro e político Rubens Paiva, levado inicialmente para o QG da 3ª Zona Aérea e, de lá, para o DOI-CODI do Rio, onde foi torturado. Morreu em decorrência dos ferimentos. Seu corpo nunca foi encontrado.
Filtro: Espaços de Homenagem

14. Campus Praia Vermelha da UFRJ
Avenida Pasteur, 404, Praia Vermelha
A Universidade do Brasil, hoje UFRJ, Campus Praia Vermelha, foi palco de inúmeras manifestações durante a ditadura. Essas manifestações foram invariavelmente reprimidas de forma dura pelos órgãos de repressão. Na madrugada do dia 23 de setembro de 1966, por exemplo, ocorreu o famoso “Massacre da Praia Vermelha”, quando policiais invadiram o campus espancando mais de 600 estudantes. O caso está detalhadamente relatado nesta página criada pelo Laboratório de Aitivismo e Comunicação da UFRJ. [CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PÁGINA]. É também o local relacionado a morte do comerciário de 15 anos Fernando da Silva Lembo, por disparo de um PM durante manifestação.
Filtros: Manifestações & Mortos e Desaparecidos

15. Penitenciária Lemos Brito
Rua Frei Caneca, 450, Centro
Local em que foram encarcerados alguns militantes, como Divo Fernandes de Oliveira, que provavelmente foi morto nesse presídio no final de 1964 ou começo de 1965. Seu corpo nunca foi entregue à família.
Filtro: Prisão e Tortura

16. Aparelho da VAR-Palmares
Rua Farme de Amoedo, 135, Ipanema
Local em que Antônio Joaquim de Souza Machado, Carlos Alberto Soares de Freitas e Sérgio Emanuel Dias Campos foram presos por agentes do DOI-CODI/RJ em 15 de fevereiro de 1971. Eles eram membros da VAR-Palmares, uma organização que nasceu em junho/julho de 1969, como fusão da VPR e do Colina, cujo nome nome inspirou-se na heróica epopéia de Palmares, região entre Alagoas e Pernambuco onde os negros fugidos do cativeiro organizaram um Estado independente. A organização reuniu um contingente bastante expressivo de militantes e adquiriu abrangência praticamente nacional. Antônio Joaquim de Souza Machado e Carlos Alberto Soares de Freitas nunca mais foram encontrados depois de suas prisões. 
Filtro: Aparelho & Mortos e Desaparecidos

17. Rua Aldo de Sá Brito
Paciência
Rua cujo nome homenageia o militante carioca Aldo de Sá Brito da Aliança Libertadora Nacional (ALN), preso e morto na cidade de Belo Horizonte em 1971.
Filtro: Espaços de Homenagem

18. Praça Sentinela
Praça localizada entre as ruas Gazeta da Tarde e Gazeta da Noite, na Taquara, Jacarepaguá
Local onde foi montada a cena para legalização das execuções de Almir Custódio de Lima, Ramires Maranhão do Valle, Ranúsia Alves Rodrigues e Vitorino Alves Moitinho, militantes do PCBR. Durante anos, agentes do DOPS e parte da imprensa sustentaram a versão de que o fusca em chamas e os corpos carbonizados dentro dele eram decorrência de uma guerra entre facções rivais do crime. Décadas depois, a farsa foi desmontada e descobriu-se que os próprios agentes do DOPS eram os responsáveis pela morte dos quatro e a explosão do carro.
[mais informações CLICAR AQUI]
Filtros: Mortos e Desaparecidos

19. Rua Aderval Alves Coqueiro
Bangu
Rua que homenageia o militante baiano Aderval Alves Coqueiro. Integrante de várias organizações (PCB, PCdoB, MRT e Ala Vermelha), foi assassinado em um apartamento no bairro do Cosme Velho, em 06 de fevereiro de 1971, uma semana depois de voltar ao Brasil.
Filtro: Espaços de Homenagem

20. Avenida Nilo Peçanha
Centro
Logradouro situado na região central do Rio de Janeiro, onde ocorreram inúmeras manifestações estudantis contra a ditadura. Em várias delas, houve repressão do aparato militar do Estado, com vários feridos e até mortos.
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21. Rua Benedito Gonçalves
Paciência
Rua que homenageia o operário metalúrgico mineiro Benedito Gonçalves, morto em decorrência de um golpe de cassetete recebido na cabeça por um policial militar quando participava de um piquete de greve na Companhia Siderúrgica Pains, em Divinópolis (MG), onde trabalhou por 11 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem

22. Palacete Laguna
Rua General Canabarro, 73, Maracanã
Palácio que servia como local de moradia para o ministro da Guerra desde 1944. Durante a ditadura, foi palco de inúmeras manifestações estudantis de protestos contra o regime, invariavelmente reprimidos com violência – o que causou inclusive a morte de militantes.
Filtros: Manifestações & Mortos e Desaparecidos

23. Hospital Universitário Pedro Ernesto
Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 77, Vila Isabel
Local onde ocorreram inúmeras manifestações estudantis, reprimidas com violência, que resultavam em novas manifestações populares. Durante uma única semana em 1968, três militantes foram assassinados em manifestações seguidas neste mesmo lugar.
Filtros: Manifestações & Mortos e Desaparecidos

24. Túnel Zuzu Angel
Túnel que liga os bairros da Gávea e de São Conrado, na Zona Sul
Local relacionado à morte da estilista Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel, em um acidente automobilístico provocado pelos agentes da repressão em 14 de abril de 1976. Zuzu conseguiu transformar o desaparecimento de seu filho Stuart Angel, militante do MR-8, num acontecimento que provocou forte desgaste internacional para o regime militar brasileiro, que assim passou a considerá-la uma ameaça.
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25. Avenida Presidente Castelo Branco
Mais conhecida como Avenida Radial Oeste, localizada no bairro Maracanã
Avenida em homenagem ao primeiro presidente da ditadura militar, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou o país de 1964 a 1967. Em 2013, foi palco de manifestações populares e repressão militar durante a Copa das Confederações da FIFA.
Filtro: Espaços de Homenagem

26. Cinelândia  pdf
Nome popular da região do entorno da Praça Floriano, Centro
Região no centro da cidade que serviu de palco para inúmeras manifestações populares, como a Passeata dos 100 mil em 1968.
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27. Hospital do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas [IAPETEC]
Avenida Londres, 616, Bonsucesso
Local onde o corpo do dirigente do sindicato dos estivadores e militante do PCB, Antogildo Pascoal Viana, foi encontrado com sinais de tortura, em um crime tratado como suicídio. Amazonense de Itacoatiara,  pouco antes do movimento que depôs João Goulart mudou-se para o Rio de Janeiro por ter assumido o cargo de tesoureiro na Federação Nacional dos Estivadores, integrando também o recém-criado Comando Geral dos Trabalhadores. Perseguido pelo regime e preso para interrogatório, a versão oficial é a de que o sindicalista teria se jogado do 5º andar do prédio do Hospital do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (IAPETEC), no dia 08/04/1964, morrendo em decorrência da queda.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

28. Hospital Central do Exército [HCE]
Rua Francisco Manuel, 126, Benfica
Local relacionado à morte de inúmeros militantes desde o começo da ditadura, como Manuel Alves de Oliveira em 1964, candidato à presidência do Clube dos Subtenentes e Capitães do Exército e simpatizante de João Goulart. Vários presos e torturados foram levados para o HCE, onde acabaram morrendo.
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29. Prédio do Ministério da Justiça
Avenida Rodrigues Alves, 1, Saúde
No 4º andar deste prédio, Dilermano Mello do Nascimento, economista e integrante da Sudene e ex-diretor da Divisão do Material do Ministério da Justiça, foi morto  no intervalo de um interrogatório a que estava sendo submetido, sob torturas. Dilermano se atirou (ou foi atirado) da janela. A perícia inicialmente constatou que se tratara de um suicídio, e o próprio filho do requerente, segundo a Comissão de Anistia, sustenta essa versão até hoje. Segundo ele, Dilermano não suportou saber que seu filho, então com 15 anos, também havia sido capturado pelos agentes da repressão, estava na sala ao lado e sofreria torturas por conta das atividades do pai – o economista então teria optado por se matar.
Filtros:  Mortos e Desaparecidos

30. Centro de Informações da Aeronáutica [CISA]
Base Aérea do Aeroporto Internacional do Galeão, Ilha do Governador
Local relacionado à prisão e ao desaparecimento de diversos militantes, como Severino Elias de Melo em 28 de julho de 1965 e Stuart Edgar Angel Jones em 14 de maio de 1971.
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31. Aparelho do MR-8
Rua Bolivar, 124, Copacabana
Local invadido pelos agentes do CENIMAR em 1969, quando o estudante Reinaldo Silveira Pimenta, membro do MR-8, tentou fugir pela janela e acabou sendo golpeado até despencar do quinto andar e morrer. O MR-8 começou a nascer em 1966 como “DI da Guanabara”, ou seja, Dissidência da Guanabara do PCB. Apenas em setembro de 1969 a DI apareceu publicamente ostentando o nome de MR-8, com uma linha política claramente diferenciada. A DI da Guanabara foi um dos primeiros grupos resultantes de cisões do PCB a se estruturar de maneira própria. Era composta basicamente de militantes do ME e por isso era também chamada de Dissidência Universitária. A desobediência da linha oficial do PCB já se manifestou nas eleições parlamentares de 15 de novembro de 1966: o Comitê Universitário negou-se a trabalhar pelos candidatos do MDB indicados pelo Comitê Central, optando pela propaganda do voto nulo. Nascia assim o embrião de uma nova organização. As razões políticas que geraram esse MR-8 são semelhantes às que levaram à criação da ALN, do PCBR e de outros grupos voltados para ações armadas. Constituindo-se mais cedo que os demais grupos como organização independente e lançando propostas de mobilização para o ME, que se contrapunham tanto ao imobilismo do PCB quanto a uma radicalização apontada como inconseqüente na prática da AP, a DI da Guanabara destronou esses dois grupos de posições ocupadas nas direções de entidades estudantis e, na explosão das passeatas de 1968, já aparecia como organização claramente hegemônica naquele Estado. Após a decretação do AI-5 e o refluxo das mobilizações de massa, as novas condições de repressão induziram a DI a modificações profundas em sua linha de ação, implementando-se a militarização de sua estrutura e passando-se imediatamente à execução de operações de propaganda armada e assaltos, para obtenção de fundo e armas. Planejou e mais tarde executou em cooperação com a ALN a operação militar de maior impacto da guerrilha urbana: o seqüestro do embaixador norte americano em setembro de 1969. Como conseqüência dela o MR-8 sofreu alguns golpes da repressão, perdendo quadros importantes do nível de direção.
Filtros: Aparelhos & Mortos e Desaparecidos

32. Aparelho do MR-8
Rua Joaquim Silva, 53, Lapa
Local ligado à tortura e à morte do militante e dirigente do MR-8, José Roberto Spiegner, em 1970. O MR-8 começou a nascer em 1966 como “DI da Guanabara”, ou seja, Dissidência da Guanabara do PCB. Apenas em setembro de 1969 a DI apareceu publicamente ostentando o nome de MR-8, com uma linha política claramente diferenciada. A DI da Guanabara foi um dos primeiros grupos resultantes de cisões do PCB a se estruturar de maneira própria. Era composta basicamente de militantes do ME e por isso era também chamada de Dissidência Universitária. A desobediência da linha oficial do PCB já se manifestou nas eleições parlamentares de 15 de novembro de 1966: o Comitê Universitário negou-se a trabalhar pelos candidatos do MDB indicados pelo Comitê Central, optando pela propaganda do voto nulo. Nascia assim o embrião de uma nova organização. As razões políticas que geraram esse MR-8 são semelhantes às que levaram à criação da ALN, do PCBR e de outros grupos voltados para ações armadas. Constituindo-se mais cedo que os demais grupos como organização independente e lançando propostas de mobilização para o ME, que se contrapunham tanto ao imobilismo do PCB quanto a uma radicalização apontada como inconseqüente na prática da AP, a DI da Guanabara destronou esses dois grupos de posições ocupadas nas direções de entidades estudantis e, na explosão das passeatas de 1968, já aparecia como organização claramente hegemônica naquele Estado. Após a decretação do AI-5 e o refluxo das mobilizações de massa, as novas condições de repressão induziram a DI a modificações profundas em sua linha de ação, implementando-se a militarização de sua estrutura e passando-se imediatamente à execução de operações de propaganda armada e assaltos, para obtenção de fundo e armas. Planejou e mais tarde executou em cooperação com a ALN a operação militar de maior impacto da guerrilha urbana: o seqüestro do embaixador norte americano em setembro de 1969. Como conseqüência dela o MR-8 sofreu alguns golpes da repressão, perdendo quadros importantes do nível de direção.
Filtros: Aparelhos & Mortos e Desaparecidos

33. Memorial do Cemitério de Ricardo de Albuquerque  pdf
Estrada Marechal Alencastro, 1743, Ricardo de Albuquerque
Cemitério que recebeu corpos de mortos pela ditadura que foram enterrados como indigentes entre 1971 e janeiro de 1974. No dia 11 de dezembro de 2011 foi inaugurado o Memorial do Cemitério de Ricardo de Albuquerque, composto por totens espelhados que levam o nome dos 14 militantes assassinados encontrados na vala clandestina neste mesmo cemitério.

Filtro: Espaços de Homenagem

34. Monumento em homenagem ao estudante Edson Luis
Praça Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Centro
Monumento inaugurado em 28 de março de 2008 para lembrar os 40 anos da morte do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, em um ato organizado pela UNE, UBES e o governo federal. 

Filtro: Espaços de Homenagem

35. Penitenciária Talavera Bruce pdf
Estrada Guandu do Sena, 1902
Local relacionado à prisão de inúmeros opositores da ditadura (sobretudo mulheres, por ter um grande pavilhão feminino), a exemplo de Maria Luiza Araújo, companheira de José Dalmo Guimarães Lins, dirigente do PCB. Enquanto presa no local, Maria Luiza soube da morte de Dalmo em 1971 e foi escoltada por policiais para acompanhar o enterro do companheiro. O presídio está em funcionamento até hoje e faz parte do Complexo Penitenciário de Gericinó.
Filtro: Prisão e Tortura

36. Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ [IFCS]
Largo de São Francisco, Centro
Campus da UFRJ criado durante o regime militar, destacando os cursos de ciências humanas das demais áreas da Universidade. Muitos de seus professores e estudantes foram aposentados, presos, torturados e mortos pelo regime. Atualmente, existem no prédio várias homenagens aos perseguidos. 
Filtros: Manifestações & Espaços de Homenagem

37. Invernada de Olaria
Rua Paranapanema, 769, Olaria
Delegacia policial criada em 1962 pelo Governo Carlos Lacerda para “preservar a lei e a ordem” na base da violência e do terror. Alguns militantes foram presos e torturados neste local, onde se situa o atual 16º Batalhão de Polícia Militar.
Filtros: Prisão e Tortura & Mortos e Desaparecidos

38. Vila Militar
Deodoro
Bairro da Zona Oeste da cidade, planejado e construído no começo do século XX para abrigar uma série de construções militares, como museus, escolas, batalhões e presídios. Durante a ditadura, inúmeros opositores do regime foram mantidos presos, sendo torturados e mortos no local, como o militante Chael Charles Schreirer da VAR-Palmares.

Filtros: Prisão e Tortura & Mortos e Desaparecidos

39. Candelária
Praça Pio X, Av. Presidente Vargas
Igreja cuja praça foi palco de inúmeras manifestações importantes no período da ditadura, como a missa de 7º dia do estudante secundarista Edson Luis e o comício das Diretas Já.
Filtro: Manifestações

40. Associação Brasileira de Imprensa (ABI)  pdf
Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro

Sede da Associação Brasileira de Imprensa que sofreu um atentado em 1976, por parte de grupos radicais das Forças Armadas, que lutavam contra a abertura democrática.
Filtro: Atentados

41. Cativeiro do Embaixador suíço
Rua Taracatu, Rocha Miranda
Casa utilizada como cativeiro do embaixador suíço Giovanni Bucher, sequestrado em uma ação organizada pela VPR. Foi o mais longo sequestro político da história do país, durando mais de 40 dias. Em troca de sua liberdade, 70 presos políticos foram soltos.
Filtro: Aparelhos

42. Cativeiro do Embaixador alemão
Rua Juvêncio de Menezes, 535, Cordovil
Casa utilizada como cativeiro do embaixador alemão Ehrenfried von Holleben, sequestrado em uma ação orquestrada pela ALN e VPR. Em troca de sua libertação, 40 presos políticos foram soltos.

Filtro: Aparelhos

43. Escola Municipal Presidente Médici
Rua Tibagi, 316, Bangu
Escola municipal cujo nome homenageia o o terceiro presidente da ditadura, general Emílio Garrastazu Médici, que governou o país de 1969 a 1974. A escola chegou a ser fechada por um tempo, e reabriu em março de 2013 (leia o blog da escola)
Filtro: Espaços de Homenagem

44. Escola Municipal Castelo Branco
Avenida Marechal Fontenele, 4519, Sulacap
Escola municipal cujo nome homenageia o primeiro presidente da ditadura, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou o país de 1964 a 1967. Antes de chegar à presidência, Castelo Branco foi diretor do departamento de estudos da Escola Superior de Guerra (ESG) e comandante do IV Exército.
Filtro: Espaços de Homenagem

45. Aparelho da VAR-Palmares
Rua Aquidabã, 1503, Lins de Vasconcelos
Casa onde moravam os militantes e dirigentes da VAR-Palmares Maria Auxiliadora Lara Barcelos, Antonio Roberto Espinosa e Chael Charles Schreier. O aparelho foi estourado em novembro de 1969, quando forças do exército sustentaram um tiroteio com os ocupantes da residência e depois os prenderam.

Filtro: Aparelhos

46. Escola Municipal General Humberto de Souza Mello
Rua Oito de Dezembro, 275, Vila Isabel
Escola municipal cujo nome homenageia o General Humberto de Souza Mello, militar da linha dura. Após o golpe de 1964, ascendeu ao generalato e ocupou os postos de comandante do II Exército, chefe do Estado Maior das Forças Armadas e interventor federal em Pernambuco.

Filtro: Espaços de Homenagem

47. Aparelho da VPR
Rua Toropi, 59, Vila Kosmos
Residência do estudante paulista e militante da VPR Eremias Delizoicov, local onde também, em 1969, foi alvejado pela Polícia do Exército. A VPR nasce como um grupo praticamente paulista, resultante da fusão entre uma ala esquerda da POLOP, que rompeu com o partido após o 4º Congresso, de setembro de 1967, e setores remanescentes do projeto de criação do MNR, definitivamente falido após o fracasso da Guerrilha de Caparaó. O grupo que deixou a POLOP era constituído basicamente de estudantes e intelectuais. Orientavam-se pela estratégia guerrilheira proclamada pela reunião da OLAS, em Havana. A direção da POLOP era criticada por assumir uma postura reformista e pacifista, enquanto os dissidentes declaravam-se dispostos a passar imediatamente à preparação da luta armada.  O mesmo impulso foi acompanhado pelos ex-MNR, que se queixavam do teoricismo da POLOP, reclamando que sua aproximação com aquele partido só lhes tinha valido alguns cursos de marxismo e muito pouco de ação prática. Esses dois agrupamentos se unificaram e recrutaram para o mesmo projeto um grupo de militantes de Osasco. A organização já existe sem nome desde março de 1968, mas só em dezembro, num congresso realizado no litoral paulista – a “praianada” – seria batizada como VPR. No decorrer de 1968 a VPR já havia desfechado inúmeras operações guerrilheiras, como o assalto ao Hospital Geral do Exército, em junho, poucos dias após um atentado a bomba contra o Quartel general do II Exército, ambos em São Paulo. Essas operações denotavam uma tática de enfrentamento aberto, como se a VPR estivesse interessada em estabelecer um choque frontal com o aparelho militar do regime. No Rio a organização executaria ainda em 1970 mais dois seqüestros de diplomatas. Em junho, durante a Copa no México foi seqüestrado em cooperação com a ALN o embaixador alemão, Von Halleben, e obtida a libertação de 40 prisioneiros políticos, levados para a Argélia. Em dezembro foi a vez do embaixador suíço, Giovani Enrico Bucher, mas as negociações que se seguem foram conduzidas de forma inteiramente diferente, com as autoridades impondo a substituição de nomes na lista dos prisioneiros políticos cuja libertação era exigida e, praticamente, controlando os rumos da negociação. Em janeiro de 1971 o embaixador foi libertado em troca do envio de 70 prisioneiros para o Chile, mas a VPR saiu da operação com um desgaste que teria desdobramentos vitais nos tempos seguintes. As tensões internas que se seguiram, numa organização já tremendamente debilitada por sucessivos fluxos de prisão de militantes que não eram repostos, culminaram com saída do próprio Lamarca, seguido por um grupo que se ligou ao MR-8. O pequeno grupo remanescente permaneceu atuando na “Frente Armada”, integrada pela VPR desde 1970, na rotina do circulo vicioso já referido, de operações armadas para sobrevivência do aparelho da organização.
Filtros: Aparelhos & Mortos e Desaparecidos

48. Rua Iuri Xavier Pereira
Recreio dos Bandeirantes
Rua que homenageia o carioca Iuri Xavier Pereira, militante da ALN, morto em 1972 após uma emboscada armada em torno do restaurante que almoçava em São Paulo com outros militantes da ALN.

Filtro: Espaços de Homenagem

49. Rua Fernando Santa Cruz
Recreio dos Bandeirantes
Rua que homenageia o pernambucano Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, militante da APML. Foi preso em 1974 junto com outro militante em Copacabana. O paradeiro do seu corpo ainda é desconhecido.

Filtro: Espaços de Homenagem

50. Rua Mário Alves
Recreio dos Bandeirantes
Rua que homenageia o baiano Mário Alves de Souza Vieira, jornalista, fundador e principal dirigente do PCBR, morto sob brutais torturas em 1970 nas dependências do DOI-CODI/RJ.
Filtro: Espaços de Homenagem

51. Colégio Municipal Presidente Castelo Branco
Rua Manuel Teixeira Campos Junior, 53, Santanésia, Piraí, RJ
Colégio que leva o nome do primeiro presidente da ditadura militar, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que governou o país de 1964 a 1967. Inaugurado no dia 02 de março de 1970, o colégio foi construído em um terreno cedido pela antiga Companhia de Papel Siderúrgico de Piraí.
Blog do colégio: <http://blogs.piraidigital.com.br/castelo/castelinho/>
Filtro: Espaços de Homenagem

52. Colégio Estadual Abdias do Nascimentopdf
Rua Alexandre Fleming, s/n, Nova Iguaçu, RJ
No dia 13 de dezembro de 2013, data que marcou os 45 anos do AI-5, esta escola teve o seu nome alterado de Arthur da Costa e Silva, segundo presidente da ditadura, para Abdias do Nascimento. Poeta, ativista, professor universitário e criador do Teatro Experimental do Negro, Abdias passou uma década exilado por se opor à ditadura.

Filtro: Espaços de Homenagem

53. Ypiranga Futebol Clube
Avenida Presidente Sodré, 22, Centro, Macaé, RJ

Estádio utilizado como prisão de opositores da ditadura. Conforme pesquisa encomendada pela CNV e CEV-Rio e realizada por alunos e professores dos departamentos de História e Direito da PUC-Rio no acervo da Comissão Especial de Reparação do Rio de Janeiro, 21 pessoas foram mantidas presas neste local.
Filtro: Prisão e Tortura

54. Complexo Agroindustrial de Cambahyba
Trecho da estrada RJ-224, sentido Espírito Santo, Localidade de Cambahyba, Campos dos Goytacazes, RJ

A Usina de Cambahyba era uma das principais indústrias do município de Campos, que foi utilizada para incinerar os corpos de militantes mortos sob tortura. Cedido pelo seu proprietário, o ex-deputado e vice-governador do estado Heli Ribeiro Gomes, o forno da usina teria sido usado para desaparecer com os corpos de João Batista, Joaquim Pires Cerveira, Ana Rosa Kucinski, Wilson Silva, David Capistrano, João Massena Mello, José Roman, Luiz Ignácio Maranhão Filho, Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira e Eduardo Collier Filho. As denúncias foram publicadas no livro do ex-delegado do DOPS Cláudio Guerra, “Memórias de uma guerra suja”.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

55. Escracho de José Antônio Nogueira Belham
Rua Marques de Abrantes, 218, Flamengo
No dia 14 de abril de 2012 foi realizado um escracho em frente à residência do general da reserva José Antônio Nogueira Belham. Envolvido nas torturas como colaborador e informante, foi chefe do DOI-CODI/RJ, um dos órgãos de repressão do governo brasileiro durante o regime militar. Dentre as inúmeras torturas e assassinatos cometidos em sua repartição está a do engenheiro civil e militante pelo PTB Rubens Paiva.
Filtro: Escrachos

Mapeamento realizado pelo Levante Popular da Juventude

56. Escracho da Estátua do Marechal Humberto Castelo Branco
Praça Almirante Júlio de Noronha, Leme
No dia 29 de julho de 2012, ocorreu um escracho na estátua do Marechal Humberto Castelo Branco, primeiro presidente da ditadura militar, que governou o país de 1964 a 1967. Durante o seu mandato, Castelo Branco aboliu os treze partidos políticos existentes no Brasil, promulgou vários decretos-lei e quatro atos institucionais. É responsável pelo fechamento de centenas de sindicatos, pela expulsão de quase seis mil militares das Forças Armadas e cassação de parlamentares eleitos democraticamente.
Filtro: Escrachos

Mapeamento realizado pelo Levante Popular da Juventude

57. Escracho de Dulene Aleixo Garcez dos Reis
Avenida Lauro Muller, 96, apto 1409, Urca
No dia 19 de junho de 2012 ocorreu um escracho na residência de Dulene Aleixo Garcez dos Reis, capitão da Infantaria do Exército em 1970, quando teria participado da tortura de Mário Alves, jornalista e secretário geral do PCBR, assassinado em 1970 nas dependências do DOI-CODI/RJ.
Filtro: Escrachos

Mapeamento realizado pelo Levante Popular da Juventude

58.  Escracho de Lício Augusto Ribeiro Maciel
Rua Visconde de Albuquerque, Leblon
No dia 13 de dezembro ocorreu um escracho em frente à residência do coronel Lício Augusto Ribeiro Maciel. Lício participou do contingente das Forças Armadas que combateu a Guerrilha do Araguaia e é responsável, direta e indiretamente, pelo assassinato e desaparecimento de cerca de 60 militantes. Lício Maciel, também conhecido como Dr. Asdrúbal, ganhou destaque após publicação do livro “O coronel rompe o silêncio”, de Luiz Maklouf Carvalho, no qual confessa a execução de 16 pessoas. Em 2012, tornou-se réu em um processo encaminhado pelo Ministério Público Federal de Marabá pelo sequestro e desaparecimento de Divino Ferreira de Souza, militante do PCdoB.
Filtro: Escrachos

Mapeamento realizado pelo Levante Popular da Juventude

59. Escracho de Nilton de Albuquerque Cerqueira
Rua Constante Ramos, 56, ap. 402, Copacabana
No dia 25 de março de 2014 ocorreu um escracho em frente à residência do general Nilton de Albuquerque Cerqueira. Nilton Cerqueira foi um dos que comandaram as operações que levaram ao assassinato de Carlos Lamarca e Zequinha Barreto, bem como outros militantes do MR-8. Nilton Cerqueira foi também comandante da Polícia Militar no período em que ocorreu o episódio que ficou conhecido como “Atentado ao Riocentro”. Além disso, após o fim da ditadura, Nilton seguiu livre e atuante na Polícia Militar, inclusive chegando a ser nomeado Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro em 1995, sendo um dos que contribuíram para o fortalecimento da Polícia Militar fluminense como aparelho repressor e de tortura, seja nas favelas ou periferias.
Filtro: Escrachos

Mapeamento realizado pelo Levante Popular da Juventude

60. Casa da Morte de Petrópolis pdf
Rua Arthur Barbosa, 120, Caxambu, Petrópolis

Casa localizada em Petrópolis que funcionou como um centro clandestino de prisão e tortura coordenado pelo CIE no início dos anos 1970.Considerada um dos piores porões de tortura da ditadura civil-militar, conta-se que do local, também conhecido como Casa dos Horrores e Codão, ninguém saía vivo. A exceção é Inês Etienne Romeu, ex-dirigente da VAR-Palmares, que conseguiu sair da casa graças a uma campanha internacional de denúncia de sua prisão clandestina.
Filtro: Prisão e Tortura & Mortos e Desaparecidos

61. Maternidade Jana Moroni Barroso
Rua Vigário Correa, 1345, Corrêas, Petrópolis
Maternidade localizada dentro do Hospital de Ensino Alcides Carneiro que homenageia a cearense Jana Moroni Barroso, militante do PC do B. Jana cresceu em Petrópolis, cidade onde se integrou à Juventude do PcdoB. Em 1971 foi destacada para região do Araguaia, integrando o Destacamento A da guerrilha. Foi capturada pelas forças do estado em 1974 e o paradeiro do seu corpo é desconhecido até hoje.
Filtro: Espaços de Homenagem

62. Grêmio Estudantil Jana Moroni
Rua João Caetano, 154, Petrópolis
Na década de 2000, o movimento estudantil petropolitano passou por uma fase de ascenção através da Associação Petropolitana de Estudantes (APE), na qual diversos grêmios foram fundados nas escolas da cidade, alguns homenageando vítimas da Ditadura. Um destes grêmios foi o do Colégio Opção, criado com apoio do diretor Nilton SanTiago, homenageando a militante do PCdoB e ex-guerrilheira do Araguaia Jana Moroni Barroso, que viveu grande parte da sua juventude em Petrópolis. Em 2010 o Colégio Opção encerrou suas atividades e no local funciona hoje outra escola, o Centro Educacional Maurício Barroso (foto).
Filtro: Espaços de Homenagem

63. Antiga Delegacia de Polícia
Rua Aureliano Coutinho, s/nº. Atual CIT – Centro de Moda e Serviços da Rua Teresa, Petrópolis
Pesquisadores da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, em visita à cidade de Petrópolis no ano de 2012, identificaram a cooperação entre as polícias comuns e os órgãos da repressão da ditadura empresarial-militar, inclusive quanto à Casa da Morte. De acordo com o relatório dos mesmos haveria uma rede de comunicação entre as delegacias de Niterói, Teresópolis e Petrópolis [a 11ª Região Policial, na época sediada nesta cidade], os DOPS do RJ e da Guanabara, e unidades das Forças Armadas, como o antigo 1º Batalhão de Caçadores, atual Batalhão Dom Pedro II.
Filtro: Prisão e Tortura

64. Avenida Castelo Branco
Logradouro Público que se inicia na confluência das Ruas Cidalia Meireles e Jornalista Carneiro Malta e que termina na Praça das Rosas, na Chácara das Rosas, no Bairro Retiro, no 1º Distrito de Petrópolis
Através da LEI Nº 3.929 DE 06 DE JULHO DE 1978, a cidade de Petrópolis homenageou o ditador Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente da ditadura, que governou o país de 1964 a 1967. Outro documento do processo da homenagem é o Ofício nº PRE 170/78, em 3/7/78, do Projeto de Lei nº 667/78 de autoria de José F. de Azevedo.
Filtro: Espaços de Homenagem

65. Rua José Vasco
Rua José Vasco, Avenida Barão do Rio Branco, Centro, Petrópolis
Em 1979, foi feita uma homenagem pela Câmara de Vereadores a um dos maiores torturadores dos EUA na América Latina, Dan Mitrioni, através da Deliberação n.º 2.916, de 24 de setembro de 1970 (projeto 664/70 do vereador Paulo Ribeiro), que modificou o nome de uma rua na Av. Barão do Rio Branco para Rua Dan Mitrioni, justificando tal medida por uma suposta amizade entre Mitrioni e pessoas do município, além de atividades não reveladas deste em Petrópolis (fato ainda não esclarecido). Na década de 1990, a rua ganhou o nome de Aluísio Palhano, uma homenagem a uma das possíveis vítimas da Casa da Morte. No final dos anos 1990 modificaram novamente o nome da rua, que atualmente se chama José Vasco.
Filtro: Espaços de Homenagem

66. Travessa Brigadeiro Eduardo Gomes
Logradouro Público que tem início no Lote 122 e termina no Lote 124 do Loteamento São Norberto, no Bairro Valparaíso, 1º Distrito de Petrópolis
Através da LEI Nº 4.400 DE 07 DE MAIO DE 1986, oriunda de Antonio E. C. Gonçalves, P.L. nº 1292/85, foi homenageado Eduardo Gomes, petropolitano, ex-tenentista e conspirador ativo, presente na campanha contra Vargas em 1954 e no Golpe de 1964. Tal golpista é considerado o patrono da Força Aérea Brasileira.
Filtro: Espaços de Homenagem

67. Estrada Marechal do Ar Eduardo Gomes
Trecho compreendido entre a bifurcação da Estrada da Vargem Grande, onde no sentido Pico do Couto, à esquerda, temos a entrada para o número 7.437, e a direita, seguindo a pista principal, para o Pico do Couto, numa extensão de 4.200 metros, no Bairro Fazenda Inglesa no 1º Distrito de Petrópolis
Através da LEI Nº 6.900 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011 foi homenageado Eduardo Gomes, petropolitano, ex-tenentista e conspirador ativo, presente na campanha contra Vargas em 1954 e no Golpe de 1964. Tal golpista é considerado o patrono da Força Aérea Brasileira. Projeto 2076/11 de autoria dos vereadores Baninho e Thiago Damaceno.
Filtro: Espaços de Homenagem

68. Praça Prefeito Flávio Castrioto
Logradouro Público existente na confluência das Ruas Cristóvão Colombo, Olavo Bilac e Conde D’Eu, no Bairro Castelânea, 1º Distrito de Petrópolis
Através da LEI Nº 5.122 DE 20 DE ABRIL DE 1994, por autoria de Antonio Elias da Cruz Gonçalves, P.L: 48/94, Petrópolis homenageou seu ex-prefeito Flávio Castrioto, no qual processos da Ditadura Militar contra os comunistas na cidade apontam uma relação de cooperação entre o prefeito e aqueles. Teve seu mandato de prefeito interrompido e cassado pelo Ato Institucional nº 2.
Filtro: Espaços de Homenagem

69. Rua Presidente João Goulart
Logradouro Público que tem início na Avenida Portugal e termina no Lote 113 do Loteamento São Norberto, no Bairro Valparaíso, 1º Distrito de Petrópolis
Jango, ex-presidente deposto pelo Golpe de 1º de abril de 1964 foi homenageado em Petrópolis no final do regime militar, através da LEI Nº 4.388 DE 19 DE DEZEMBRO DE 1985, oriunda de Antonio Elias da Cruz Gonçalves, P.L. nº 1290/85.
Filtro: Espaços de Homenagem

70. Travessa Marechal Lott
Logradouro Público que tem início no Lote nº 157 e termina no Lote nº 160 do Loteamento São Norberto, no Bairro Valparaiso, 1º Distrito de Petrópolis
O Marechal Henrique Teixeira Lott se destacou na vida política pela defesa da legalidade e contra o golpismo, tendo liderado o contra-golpe que garantiu a posse de Juscelino na década de 1950. Foi candidato à presidência da república em 1960, quando foi derrotado por Jânio Quadros. Em 1965 foi afastado da vida política e impedido de se candidatar ao cargo de governador do Estado da Guanabara. Antonio Elias da Cruz Gonçalves, através do P.L. nº 1293/85, prestou a devida homenagem do povo petropolitano a um herói da república (LEI Nº 4.389 DE 19 DE DEZEMBRO DE 1985).
Filtro: Espaços de Homenagem

71. Rua Presidente Ranieri Mazzilli
Logradouro Público que tem início na Rua Joaquim Gomensoro (Lote 232) e termina no Lote 275 do Loteamento São Norberto, no Bairro Valparaiso, 1º Distrito de Petrópolis
Através da LEI Nº 4.399 DE 07 DE MAIO DE 1986, Ranieri Mazzilli teve seu nome homenageado em uma rua de Petrópolis. Mazzilli, como presidente da Câmara dos Deputados na época do Golpe de 1964, foi peça fundamental para o sucesso do levante militar, pois aceitou a farsa da renúncia de Jango assumindo interinamente a presidência e passando a mesma posteriormente para os militares.
Filtro: Espaços de Homenagem

72. Praça Tancredo Neves
Logradouro Público, localizado no final da Rua Joaquim Zeferino de Souza Filho, nos Frias, em Corrêas, 2º Distrito de Petrópolis
Tancredo Neves foi figura controversa da vida política nacional. Mesmo sendo um conservador teve papel importante no final do regime militar ao construir uma candidatura com força para vencer o candidato governista Paulo Maluf nas eleições indiretas de 1985. Mesmo com a vitória, Tancredo não assumiu o cargo, pois veio a falecer antes da posse, deixando a presidência para seu vice, José Sarney. Seu nome é homenageado em Petrópolis através da LEI Nº 4.613 DE 05 DE JANEIRO DE 1989.
Filtro: Espaços de Homenagem

73. Escola Municipal Dr. Rubens de Castro Bomtempo
Rua Perminio Schmid, s/nº, Vila Felipe, Petrópolis
Com a LEI Nº 6.517 DE 24 DE MARÇO DE 2008, a Escola Municipal Vila Felipe, localizada na região do Alto da Serra, passou a homenagear o Dr. Rubens de Castro Bomtempo, pai do atual prefeito da cidade. O homenageado em questão, já falecido, se destacou na região pelos serviços prestados à classe trabalhadora enquanto médico. Pela ligação com a esquerda teve seu mandato de prefeito cassado pela ditadura empresarial-militar em 1965, duas semanas após assumir o cargo com a cassação do prefeito eleito, Flávio Castrioto. Em 1986, voltando à política, conseguiu ser eleito Deputado Estadual no Rio de Janeiro.
Filtro: Espaços de Homenagem

74. Posto de Saúde Dr. Rubens de Castro Bomtempo
Estrada José de Almeida Amado, no Bairro Caxambu, 1º Distrito deste Município, Petrópolis
Se destacou na região do Alto da Serra pelos serviços prestados à classe trabalhadora enquanto médico, obtendo apoio dos operários, principalmente dos ferroviários da antiga estação de trem do bairro, em sua vida política. Pela ligação com a esquerda teve seu mandato de prefeito caçado pela ditadura empresarial-militar em 1965, duas semanas após assumir o cargo com a cassação do prefeito eleito, Flávio Castrioto. Em 1986, voltando à política, conseguiu ser eleito Deputado Estadual no Rio de Janeiro. O projeto 0701/05, que dá ao posto de saúde o nome do Dr. Rubens de Castro, é de autoria do vereador Renato Thomé e foi aprovado como a LEI Nº 6.255 de 13 de junho de 2005.
Filtro: Espaços de Homenagem

75. Rua Frei Caneca
Centro
O 3º sargento do Exército Edu Barreiro Leite, que trabalhava no serviço de Rádio do Ministério da Guerra, foi morto apenas 13 dias depois da deposição de João Goulart, num episódio anunciado pelas autoridades do novo regime como suicídio. Ele teria se atirado pela janela, pouco antes de agentes de segurança invadirem seu apartamento. Seu irmão Danton Barreto Leite ouviu do zelador do prédio uma história diferente. O zelador escutou muitos disparos e ruídos de luta corporal dentro do apartamento, testemunhando que Edu foi jogado pela janela. Uma moradora do prédio em frente estava acordada, com a luz apagada, junto à janela, e repetiu exatamente a mesma versão.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

76. Delegacia da Central do Brasil
Centro
A primeira prisão de Israel Tavares Roque aconteceu ainda na década de 50, mais precisamente no dia 31/07/1953, quando trabalhava no jornal O Momento, órgão do PCB na Bahia. Já no segundo semestre de 1964, Israel seria detido por um policial baiano, em frente à Central do Brasil, e conduzido a uma delegacia que funcionava na estação. Seu irmão Peres o procurou lá, mas disseram que Israel não se encontrava naquela delegacia. Depois disso, nunca mais foi visto.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

77. Avenida Rio Branco
Esquina com a rua Sete de Setembro.
O estudante Manoel Rodrigues Ferreira trabalhava em uma loja chamada 5ª Avenida, no centro da cidade. Ao chegar para trabalhar em 21 de julho de 1968, observou que uma passeata avançava e estava cada vez mais perto de seu local de trabalho. Naquele dia as lojas fecharam mais cedo. Manoel estava fechando a sua loja quando, ao ver uma pessoa tombar na manifestação, o rapaz correu ao seu encontro e ficou de joelhos, tentando socorrer o ferido, exatamente nessa esquina. Foi nesse momento que o jovem recebeu os tiros que o matariam 45 dias depois, após passar pelo Hospital Souza Aguiar e Samaritano. Uma vítima “indireta” da repressão dos militares.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

78.  Rede Ferroviária Federal
Centro
Foi um empresa estatal brasileira de transporte ferroviário. Sua sede era situada próximo à Central do Brasil. Neste local, o ascensorista e sindicalista Geraldo Bernardo da Silva se suicidou após ter sido preso e torturado pelos agentes da ditadura.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

79. Hospital Municipal Souza Aguiar 
Praça da República, Centro
Hospital Municipal relacionado a morte de vários militantes, como Marcos Antônio da Silva Lima, Alberto Aleixo e Ari de Oliveira Mendes Cunha.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

80. Rua Jardim Botânico
Esquina com a rua General Tasso Fragoso, Jardim Botânico
No dia 18/04/1970, o dirigente da VAR-Palmares Juarez Guimarães de Brito havia marcado um encontro com um companheiro na Lagoa Rodrigues de Freitas, ; chegando à área, o carro em que estava com a mulher, Maria do Carmo Brito, foi fechado por outro. Segundo depoimento dela, Juarez seguiu dirigindo o veículo enquanto ela manejava uma pequena pistola. Os ocupantes do outro veículo saíram do carro atirando contra os dois militantes. Quando se percebeu completamente cercado, Juarez, já baleado no braço e no abdômen, tirou a arma da mão de Maria do Carmo e desferiu um tiro contra o próprio ouvido direito, cumprindo um pacto que tinha firmado com ela, de não serem presos vivos. Preferiu cometer suicídio ao invés de ser preso.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

81. Hospital Central da Aeronáutica
 Rua Barão de Itapagipe, nº 167, Rio Comprido
Eiraldo de Palha Freire oi baleado e preso no dia 01/07/1970, no aeroporto do Galeão, por militares da Aeronáutica, quando tentava sequestrar um avião de passageiros da empresa Cruzeiro do Sul para libertar presos políticos. Também foram presos na mesma operação seu irmão Fernando Palha Freire e o casal Colombo Vieira de Souza Junior e Jessie Jane, militantes da ALN que teriam decidido realizar o sequestro para libertar o pai de Jessie, preso político em São Paulo como militante da mesma organização. Eiraldo morreu em 04/07/70, no Hospital da Aeronáutica, sendo sepultado pela família no dia seguinte, no Cemitério São Francisco Xavier

Filtro: Mortos e Desaparecidos

82. Cosme Velho
Bairro localizado na Zona Sul
Nascido no município baiano de Brumado, Aderval Alves Coqueiro iniciou cedo sua militância política no PCB e foi um dos candangos que trabalhou na construção de Brasília, além de ter sido operário da construção civil no estado de São Paulo, onde residiu desde 1961. Ao se desligar do PCB, passou a integrar o Comitê Regional do PCdoB/SP, focando suas atividades na zona rural. Por volta de 1967/1968, desligou-se do PCdoB para integrar a Ala Vermelha. Vivendo em São Bernardo do Campo e Diadema, trabalhou também como operador de máquinas e vendedor autônomo.   Foi preso em São Paulo, no dia 29/05/1969,  sendo torturado na 2ª Companhia da Polícia do Exército, depois transferido para o DOPS/SP e, finalmente, Presídio Tiradentes. Banido e enviado à Argélia, de lá se deslocou para Cuba, regressando ao Brasil já integrado ao MRT – Movimento Revolucionário Tiradentes, grupo dissidente da Ala Vermelha. Foi um dos 40 presos políticos trocados pelo embaixador alemão Von Holleben, em junho de 1970. Teria retornado ao Brasil em 31/01/1971, valendo-se de um esquema clandestino da VAR-Palmares, e foi morar no apartamento do bairro Cosme Velho. Segundo testemunhas, uma grande área do bairro foi cercada pelos agentes policiais, com o objetivo de evitar sua fuga. Assim que os policiais do DOI-CODI/RJ invadiram o apartamento em que Coqueiro estava, começaram a atirar. O militante do MRT, àquela altura, tentou fugir, mas foi abatido pelas costas, no pátio interno do prédio.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

83. Leblon
Bairro localizado na Zona Sul
Local onde o militante do PCB José Dalmo Guimarães Lins vivia com sua companheira, Maria Luiza Araújo, que estava presa no Presídio Talavera Bruce quando foi comunicada que Dalmo, após ter sido preso e torturado por agentes do DOI-CODI/RJ, se atirara da janela de seu apartamento, aos 37 anos.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

84. Campo Grande
Bairro localizado na Zona Oeste
Local relacionado a morte dos militantes da ALN Mário de Souza Prata e Marilena Villas Boas Pinto, após enfrentamento com a Brigada de Pára-quedistas.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

85. Laranjeiras
Bairro localizado na Zona Sul
Local onde o estudante Ivan Mota Dias foi preso por agentes do CISA, quando foi visto pela última vez antes de desaparecer.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

86. Praça Avaí
Cachambi
Local relacionado a morte de um dos principais dirigentes da MOLIPO, Carlos Eduardo Pires Fleury, que segundo informações oficiais das forças de segurança teria tentado escapar da polícia após uma abordagem.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

87. Casa de Bento Ribeiro
Rua Sargento Valder Xavier de Lima nº 12, fundos
Local relacionado a morte de Lourdes Maria Wanderley Pontes e Valdir Sales Sabóia, militantes do PCBR metralhados por agentes da repressão.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

88. Vila Valqueire
Entre as ruas Girapimirim e Turvânia
Local relacionado a morte do membro do diretório central do PCdoB, Luiz Guilhardini, que foi capturado e torturado dentro de casa, para depois desaparecer.

Filtro: Mortos e Desaparecidos

89. Copacabana 
Bairro localizado na Zona Sul
Local relacionado a morte de Caiupy Alves de Castro, militante do PCB, e de Gustavo Buarque Schiller, militante da VAR-Palmares.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

90. Catumbi
Bairro localizado na região central
Local onde o militante do PCB Jayme Amorim de Miranda foi visto pela última vez, em sua casa, antes de desaparecer. 
Filtro: Mortos e Desaparecidos

91. Rua Barão da Torre
Logradouro localizado em Ipanema
Local relacionado a morte de Solange Lourenço Gomes, militante do PCBR. Ela havia sido presa e torturada por agentes do DOI-CODI/RJ, antes de se atirar da janela do seu apartamento em 01/08/1982.
Filtro: Mortos e Desaparecidos

92. Estádio Caio Martins pdf
Rua Presidente Backer, s/n, Santa Rosa, Niterói/RJ
Logo após o golpe em 1964, diversas pessoas foram presas por motivos políticos e alocadas no ginásio do Complexo Esportivo Caio Martins. É considerado o primeiro estádio da América Latina a ser utilizado como prisão.
Filtro: Prisão e Tortura

93) Rua Abelardo Rausch Alcântara
Bangu
Rua que homenageia o funcionário da Caixa Econômica Federal do Distrito Federal, que foi morto com 42 anos, em fevereiro de 1970, após ser preso no PIC (Pelotão de Investigações Criminais) de Brasília.
Filtro: Espaços de homenagem

 94) Rua Adriano Fonseca Filho
Paciência. CEP: 23570-410
Rua que homenageia o estudante e militante do PCdoB, desaparecido desde novembro de 1970.
Filtro: Espaços de homenagem



95) Rua Alceri Maria da Silva

Bangu. CEP: 21810-250
Rua que homenageia a operária metalúrgica e militante do VPR, que foi morta com 26 anos em 1970.
Filtro: Espaços de Homenagem



96) Rua Aluísio Palhano

Campo Grande. CEP: 23050-465
Rua que homenageia o militante da VPR desaparecido desde 1971, após ser preso no DOI-CODI de São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem


97) Rua Anatália de Melo Alves

Santa Cruz. CEP: 23570-490
Rua que homenageia a militante do PCBR, morta com 27 anos em janeiro de 1973.
Filtro: Espaços de Homenagem

98) Rua Ângelo Pezzuti da Silva

Paciência. CEP: 23573-190
Rua que homenageia o militante da COLINA, POLOP e VPR, morto em 11/09/1975, em Paris.
Filtro: Espaços de Homenagem



99) Rua Antônio de Lima

Senador Vasconcellos. CEP: 23085-300
Rua que homenageia o posseiro que lutou na Guerrilha do Araguaia e acabou morto em 13 ou 14/10/1973.
Filtro: Espaços de Homenagem




100) Rua Antônio Carlos Teixeira

Santa Cruz. CEP: 23570-480
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde agosto de 1972, quando tinha 28 anos.
Filtro: Espaços de homenagem


101) Rua Antônio de Pádua Costa

Senador Camará. CEP: 21832-148
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde março de 1974, quando tinha 30 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem

102) Rua Antônio Guilherme Ribas

Guaratiba. CEP: 23031-207
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde novembro de 1973, quando tinha 27 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem

103) Rua Antônio Joaquim Machado

Paciência
Rua que homenageia o militante da VAR-Palmeras, desaparecido desde fevereiro de 1971.
Filtro: Espaços de Homenagem 


104) Rua Antônio Raimundo Lucena

 Campo Grande. CEP: 23040-790
Rua que homenageia o militante da VPR, morto com 48 anos em fevereiro de 1970.
Filtro: Espaços de Homenagem



105) Rua Antônio Sérgio de Matos

Bangu. CEP: 21860-580
Rua que homenageia o militante da ALN, morto com 23 anos, em agosto de 1971.
Filtro: Espaços de Homenagem



106) Rua Antônio Teodoro de Castro

Paciência. CEP: 23573-200
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde 1973, quando tinha 28 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem



107) Rua Arildo Valadão

Bangu. CEP: 21850-070
Rua que homenageia o estudante e militante do PCdoB, desaparecido na região do Araguaia desde novembro de 1973, quando tinha 25 anos.

Filtro: Espaços de Homenagem



108) Rua Armando Frutuoso

Paciência. CEP: 23587-200
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde agosto de 1975, quando tinha 54 anos.

Filtro: Espaços de Homenagem

109) Rua Arnaldo Cardoso Rocha

Campo Grande. CEP: 23088-450.
Rua que homenageia o militante da ALN, morto em março 1973, quando tinha 23 anos.

Filtro: Espaços de Homenagem



110) Rua Aylton Adalberto Mortati

Campo Grande. CEP: 23088-450
Rua que homenageia o militante de Molipo, desaparecido desde novembro de 1971, quando tinha 25 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem



111) Rua Bergson Gurjão Farias

Campo Grande. CEP: 23088-440
Rua que homenageia o militante do PCdoB, desaparecido desde junho de 1972, quando tinha 26 anos.
Filtro: Espaços de Homenagem



112) Praça Padre Burnier

Paciência


O padre Burnier faleceu tragicamente em 12 de outubro de 1976, em Goiânia (GO), depois de ter sido baleado por um policial, na tarde de 11 de outubro, em Ribeirão Cascalheira (MT), quando, junto com Dom Pedro Casaldáliga, intercedia em favor de duas mulheres presas que eram torturadas. Com 33 anos de atraso, o Governo Federal admitiu, no início de dezembro de 2009, através do trabalho da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, que o assassinato do Padre Burnier foi provocado pelo regime militar.
Filtro: Espaços de Homenagem



113) Rua Carlos Alberto de Freitas
Recreio dos Bandeirantes. CEP: 22790-856
Rua que homenageia o militante do Partido Socialista Brasileiro (PSB), POLOP e VAR-Palmares, que está desaparecido desde fevereiro de 1971.

Filtro: Espaços de Homenagem

114) Rua Carlos Marighella

Santa Cruz. CEP: 23575-400
Principal liderança da Aliança Libertadora Nacional (ALN) e considerado inimigo número um da Ditadura, foi morto no dia 04/11/1969, em São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem



115) Rua Celso Gilberto de Oliveira
Senador Camará. 
CEP: 21832-503
Rua que homenageia o gúcho de Porto Alegre, corretor de imóveis e militante da VPR, que foi preso e desapareceu no Rio de Janeiro em 9 ou 10/12/1970.
Filtro: Espaços de Homenagem


116) Rua Cilon Cunha Brum

Paciência. CEP: 23573-400


Rua que homenageia o presidente do Centro Acadêmico de Economia e do Diretório Central dos Estudantes da PUC-SP e membro do PCdoB, que foi morto na região do Araguaia, em 1974.
Filtro: Espaços de Homenagem


117) Rua Ciro Flávio Salazar

Campo Grande. CEP: 23093-675
Rua que homenageia o militante do Movimento Estudantil e do PCdoB, preso pela primeira vez por distribuir panfletos na Passeata dos Cem Mil, e posteriormente desaparecido na região do Araguaia em 29 ou 30/09/1972.
Filtro: Espaços de Homenagem 

118) Rua Custódio Saraiva Neto

Campo Grande. CEP: 23088-430
Rua que homenageia um dos integrantes mais jovens da Guerrilha do Araguaia, militante do PCdoB, morto em 15 de Fevereiro de 1974.
Filtro: Espaços de Homenagem



119) Rua Daniel José de Caravalho

Bangu. CEP: 21850-150
Rua que homenageia o militante da VPR, banido do país entre 1969 e 1971. De volta ao país, engajou-se novamente na luta contra a Ditadura e, junto de outros companheiros, acabou morto em uma emboscada no município de Medianeira (PR), após a ação de um agente infiltrado.
Filtro: Espaços de Homenagem



120) Rua Daniel Ribeiro Callado

Bangu. CEP: 21852-690
Rua que homenageia o operário metalúrgico e integrante do PCdoB,demitido do emprego por perseguição política em 06/04/1964. Teria participado de curso de guerrilha na China, Tchecoslováquia e URSS, antes de se deslocar para a região do Araguaia, onde acabou morto em junho de 1974.
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121) Atentados à bancas de jornal pdf
Rua Dagmar Fonseca, Madureira 
Durante o processo de abertura política do Brasil, foi registrada uma série de atentados que pretendia frear a passagem do regime militar para a democracia, como, por exemplo, os atentados à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Nesse contexto, buscava-se, ainda, evitar que se propagassem ideais contrários à permanência do regime e a favor da transição política, que se almejava lenta e gradual. Diante disso, os atentados foram intensificados, sendo apontados três ataques a bancas de jornal na cidade do Rio de Janeiro e um em Niterói.
Filtro: Atentados

122) Atentado à Gráfica Americana pdf
Rua Leôncio de Albuquerque nº 34, Saúde
A Gráfica Americana foi um dos locais atingidos pelos atentados. A gráfica pertencia a Dimas Perrin, jornalista, ex-exilado e líder do movimento dos gráficos. Perrin foi autor do livro Depoimento de um torturado, publicado em 1979, onde narrou as torturas que sofreu no período em que esteve preso no Doi-Codi, no Rio de Janeiro.
Filtro: Atentados

123) Atentado à Câmara dos Vereadores pdf
Palácio Pedro Ernesto, Cinelândia
No dia 27 de agosto de 1980, ocorreram três atentados à bomba na cidade do Rio de Janeiro. O primeiro, durante a madrugada, na sucursal do jornal paulista Tribuna Operária, na Lapa; o segundo, na sede da Organização dos Advogados do Brasil (OAB); e o terceiro, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Na Câmara dos Vereadores, a bomba explodiu por volta das 14h40 no gabinete do vereador Antônio Carlos de Carvalho, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). O vereador não estava no gabinete no momento, mas seu tio e assessor, o jornalista José Ribamar Sampaio Filho, 60 anos, ficou gravemente ferido, e outras cinco pessoas levemente feridas.
Filtro: Atentados

124) Rua David Capistrano da Costa

Paciência, CEP: 23587-330


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido desde o dia 16/03/1974, quando foi preso no percurso entre a cidade de Uruguaiana e São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem

 125) Rua Dermeval da Silva Pereira

Paciência. CEP: 23573-390
Rua que homenageia o militante do PCdoB, morto na região do Araguaia em 28 de março de 1974.
Filtro: Espaços de Homenagem
 

126) Avenida Devanir José de Carvalho
Paciência. CEP: 23573-460
Rua que homenageia o militante do MRT morto entre os dias 5 e 7 de abril de 1971 em São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem

127) Rua Dinaelza Santana Coqueiro

Campo Grande. CEP: 23088-230


Rua que homenageia a militante do PCdoB morta na região do Araguaia no dia 08/04/1974.
Filtro: Espaços de Homenagem

128) Rua Dinalva Oliveira Teixeira

Paciência. CEP: 23573-405
Rua que homenageia a militante do PCdoB, desaparecida desde julho de 1974 na região do Araguaia.
Filtro: Espaços de Homenagem

129) Rua Divino Ferreira de Souza

Guaratiba. CEP: 23031-209
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido na região do Araguaia em 13 ou 14/10/1973.
Filtro: Espaços de Homenagem

130) Rua Dorival Ferreira

Campo Grande. CEP: 23088-420
Rua que homenageia o militante da ALN morto após ser preso por agentes do DOI-CODI/SP no dia 03/04/1970.
Filtro: Espaços de Homenagem

131) Rua Edgar Aquino Duarte
Paciência. CEP: 23573-210
Rua que homenageia o militar desaparecido em junho de 1973, após ter sido preso por agentes do DOI-CODI/SP.
Filtro: Espaços de Homenagem

132) Rua Edmur Péricles Camargo

Senador Camará. CEP: 21832-145
Rua que homenageia o militante do M3G, desaparecido desde julho de 1974, quando foi capturado por agentes da repressão argentinos.

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133) Rua Edson Neves Quaresma

Bangu


Rua que homenageia o militante da VPR, morto em 05/02/1970 na cidade de São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem

134) Rua Eduardo Antônio Fonseca

Bangu. CEP: 21862-730


Rua que homenageia o militante da ALN morto em 23/09/1971 na cidade de São Paulo.
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135) Rua Eduardo Colier Filho

Recreio dos Bandeirantes
Rua que homenageia o militante da APML, desaparecido desde 23/02/1974, no Rio de Janeiro.
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136) Rua Elmo Corrêa
Bangu. CEP: 21850-010
Rua que homenageia o militante da PCdoB, desaparecido desde 14/05/1974 na região do Araguaia.
Filtro: Espaços de Homenagem

 

137) Rua Emanuel Bezerra dos Santos

Bangu. CEP: 21852-680
Rua que homenageia o militante do PCR morto no dia 04/09/1973 em São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem 

138) Rua Eremias Delizoicov
Paciência. CEP: 23573-080
Rua que homenageia o militante da VPR morto aos 18 anos, em 16/10/1969, no Rio de Janeiro.

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139) Rua Evaldo Luís de Souza

Campo Grande
Rua que homenageia o militante da VPR morto no dia 08/01/1973 em Pernambuco.

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140) Rua Flávio Carvalho Molina
Recreio dos Bandeirantes. CEP: 22790-858

Rua que homenageia o militante da MOLIPO, preso no 06/11/1971 e morto pelos agentes da repressão em São Paulo.
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141) Rua Gildo Macedo Lacerda

Paciência. CEP: 23573-110


Rua que homenageia o militante da APML morto no dia 28/10/1973 em Recife.
Filtro: Espaços de Homenagem

142) Rua Guilherme Gomes Lund

Recreio dos Bandeirantes
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido na região do Araguaia em 25/12/1973.
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143) Rua Hélcio Pereira Fortes

Paciência. CEP: 23573-250 


Rua que homenageia o militante da ALN morto no dia 28/01/1972 por agentes do DOI-CODI/SP.
Filtro: Espaços de Homenagem

144) Rua Hélio Luís Navarro
Bangu
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido na região do Araguaia em 14/01/1973.
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 145) Rua Hiran de Lima Pereira

Paciência


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido no dia 15/01/1975, em São Paulo.
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146) Rua Honestino Guimarães

Recreio dos Bandeirantes. CEP: 22790-860


Rua que homenageia o militante da APML desaparecido no dia 10/10/1973, no Rio de Janeiro
Filtro: Espaços de Homenagem

147) Rua Iêda Santos Delgado

Paciência. CEP: 23587-320
Rua que homenageia a militante da ALN desaparecida após ser presa em São Paulo, no dia 11/04/1974.
Filtro: Espaços de Homenagem

148) Rua Ísis Dias Oliveira

Recreio dos Bandeirantes. CEP: 22790-861


Rua que homenageia a militante da ALN desaparecida após ter sido presa por agentes do DOI-CODI/RJ no dia 30/01/1972.
Filtro: Espaços de Homenagem

149) Rua Ismael Silva de Jesus
Bangu. CEP: 21852-700


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido após ter sido preso no dia 08/08/1972 em Goiânia (GO).
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150) Rua Issami Nakamura Okamo
Paciência. CEP: 23573-430
Rua que homenageia o militante da ALN desaparecido no dia 14/05/1974, em São Paulo (SP).
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151) Rua Itair José Veloso

Paciência. CEP: 23587-390


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido no Rio de Janeiro em 22/05/1975.
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152) Rua Ivan Mota Dias

Recreio dos Bandeirantes. CEP: 22790-863
Rua que homenageia o militante da VPR desaparecido após ter sido preso em 15/05/1971, no Rio de Janeiro.
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153) Rua João Batista Rita

Paciência. CEP: 23573-070
Rua que homenageia o militante do M3G desaparecido em 12 ou 13/01/1974, no Rio de Janeiro.
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154) Avenida Presidente João Goulart

Vidigal. CEP: 22450-241


Principal avenida da Favela do Vidigal, que homenageia o presidente deposto pelo golpe militar de 1964.
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155) Rua João Carlos Haas Sobrinho

Paciência. CEP: 23573-230
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido em 29 ou 30/09/1972 na região do Araguaia.
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156) Rua João Gualberto Calatrone

Paciência. CEP: 23573-060
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido em 13 ou 14/10/1973, na região do Araguaia.
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156) Rua João Leonardo Rocha

Campo Grande. CEP: 23040-060
Rua que homenageia o militante da MOLIPO desaparecido em junho de 1975, na Bahia.

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157) Rua João Massena Melo

Paciência. CEP: 23587-180


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido após ter sido preso no dia 03/04/1974 na cidade de São Paulo.
Filtro: Espaços de Homenagem

158) Rua Joaquim Pires Cerveira
Bangu. CEP: 21850-020

Rua que homenageia o militante da FLN desaparecido entre 12 e 13/01/1974 após ter sido levado para o DOI-CODI/RJ.
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159) Rua Joel José de Carvalho
Bangu. CEP: 21852-660
Rua que homenageia o militante da VPR morto após ser atraído para uma emboscada no dia 13/071974, no município de Medianeira (PR).
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160) Rua Jorge Leal Gonçalves

Paciência. CEP: 23587-270


Rua que homenageia o militante da AP desaparecido em 20/10/1970, no Rio de Janeiro.
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161) Rua José Campos Barreto

Bangu. CEP: 21825-185


Rua que homenageia o militante da VPR/MR-8, morto no dia 17/09/1971 em Brotas de Macaúbas (BA).
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162) Rua José Piauhy Dourado

Paciência. CEP: 23573-040
Rua que homenageia o militante do PCdoB desaparecido na região do Araguaia em 30/12/1973.
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 163) Rua José de Andrade Neto

Paciência. CEP: 23573-290


Rua que homenageia o coronel reformado da PM que se recusou a aderir ao golpe e, acusado de pertencer ao PCB, acabou preso em 11/08/1975 por agentes do DOI-CODI/SP, vindo a falecer uma semana depois.
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164)Rua José Milton Barbosa

Paciência. CEP: 23573-320


Rua que homenageia o militante da ALN morto no dia 05/12/1971, em São Paulo.
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165) Rua José Montenegro de Lima

Paciência. CEP: 23587-630


Rua que homenageia o militante do PCB desaparecido após ter sido preso em 29/09/1975, na cidade de São Paulo (SP).
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166) Rua José Porfírio de Souza

Santíssimo. CEP: 23093-620
Rua que homenageia o militante do PRT desaparecido em 07/07/1973, na rodoviária de Brasília (DF).
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